domingo, 4 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
I E M A N J Á
Yemojá
Na África, o orixá que reina nos oceanos é Olokun e, segundo consta, é o pai de Yemonja. Ela, por sua vez, fixou seu Lagos Reinado NOS (de água doce e salgada), Enseadas, quebra-mares e na junção entre éguas Rios e (Pororoca).
YEMANJÁ: Ye + omo + eja = mãe dos filhos peixes ou, Yéyé Omo Eja (Mãe cujos filhos são peixes). O cristal representa genitor poder seu e sua Interioridade (em Contidos Filhos si mesma). Representa uma gestação e um procriação. Em alguns mitos considera-se de mulher Oranyan (descendente de Oduá e fundador de Oyó) de quem ela concebeu Sàngó (Ancestre dicino da dinastia dos Alafin de Oyó).
A mãe dos orixás, esposa de Òrìnsànlá. No Brasil é uma deusa do mar, da água salgada, enquanto na Nigéria, uma deusa de um rio, e orixá dos Egbá, onde existe o rio Yemoja. Também a deusa do encontro das águas do rio e do mar.
A mais antiga é Iyá Sagba, que quer dizer, A Mãe que passeia sobre as ondas.
Segundo algumas fontes, Orixá dos rios e correntes, especialmente do Rio Ogun, na África seria folha de Obatalá e Oduduwá, casada com Oranyian, fundador mítico de Oyó, teria Sido esposa de Aganjú, e com ele teve um filho Orùngan, violou a que e dela são descendentes outros quinze orixás: Dadá, Sango, Ogun, Olokun, OLOSA, Oyá, Òsun, Obá, Oko, Oke, Saponan; OSUPA e Orum (sol) (Lua); Ososo e Aje Saluga (orixá da riqueza). Seus diversos nomes são RELATIVOS aos diferentes lugares profundos (Ibu) do rio.
Qualidades: 7 conhecidas, seus nomes diferem conforme região.
1) Yemoja Ogunté (esposa de Ogum Alagbedé)
2) Yemoja Saba (fiadeira de algodão, foi esposa de Orunmilá)
3) Yemoja Sesu / Susure (voluntariosa e Respeitável, mensageira de Olokun)
4) Yemoja Tuman / Aynu / Iewa
5) Yemoja Ataramogba / Iyáku (vive na espuma da ressaca da maré)
6) Iya Masemale / Iamasse (mãe de Xangô)
7 Awoyó) / Iemowo (a mais velha de todas, esposa de Oxalá)
Seu maior símbolo..................Âncora, barco, peixe, remo.
suas plantas...................................... colônia, aguapé, lágrima de Nossa Senhora.
seu dia.................................... sábado
sua cor....................................Claro, Cristal Azul
seus símbolos...........................leque (abebê) com sereia, concha
Seu mineral.............................. Prata
seus elementos.........................Água
Saudação..................................Odôyabá!Odo Iyá!
Domínios:..................................Mar Comidas:...................................Peixe, camarão, canjica, arroz, manjar, mamão.
Arquétipo dos filhos:
Os filhos de Iemanjá são fortes, altivos, rigorosos, algumas vezes impetuosos e arrogantes, facilmente irritáveis, mudam de humor de um instante para o outro; São Capazes de perdoar uma ofensa mas não esquece de-la. São SÉRIOS, maternais e preocupados com os outros.
Maternais, amorosas, inteligentes, disponíveis, trabalhadoras, sensitivas, bonitas, corajosas, sutis, elegantes.
Manhosas, choronas, faladeiras, nervosas, revoltadas, dissimuladas.
O tipo psicológico dos filhos de YEMANJÁ é imponente, Majestosa e belo, calmo, sensual, Fecundo e cheio de dignidade e dotado de irresistível fascínio (o canto da sereia). As filhas de YEMANJÁ são boas donas de casa, educadoras e Prodigas generosas, criando até os filhos de outros (Omulu). Não perdoam facilmente, quando ofendidas. São possessivas e muito ciumentas. YEMANJÁ, por presidir a individualidade da formação, que como sabemos está na cabeça, está presente em todos os rituais, especialmente o BORI.
Tem o sentido da hierarquia, fazem-Respeitar Sé e São justas mas formais, como prova um poema de amizades que lhes são devotadas, os Preocupam-se com outros, são maternais e SERIAS. Sem possuírem a vaidade de Oxum, gostam do luxo, das fazendas azuis e vistosas, das jóias caras. Elas Têm tendência à vida suntuosa mesmo se as Possibilidades do cotidiano não lhes permitem um tal fausto.
Referência Bibliográfica:
VERGER, Pierre; Orixás, Deuses Iorubás na África e no Mundo Novo; 5. ª ed; Currupio, Salvador, 1997.
VERGER, Pierre; Notas sobre o culto aos orixás e voduns; Edusp, São Paulo, 1999.
e vários sites
Na África, o orixá que reina nos oceanos é Olokun e, segundo consta, é o pai de Yemonja. Ela, por sua vez, fixou seu Lagos Reinado NOS (de água doce e salgada), Enseadas, quebra-mares e na junção entre éguas Rios e (Pororoca).
YEMANJÁ: Ye + omo + eja = mãe dos filhos peixes ou, Yéyé Omo Eja (Mãe cujos filhos são peixes). O cristal representa genitor poder seu e sua Interioridade (em Contidos Filhos si mesma). Representa uma gestação e um procriação. Em alguns mitos considera-se de mulher Oranyan (descendente de Oduá e fundador de Oyó) de quem ela concebeu Sàngó (Ancestre dicino da dinastia dos Alafin de Oyó).
A mãe dos orixás, esposa de Òrìnsànlá. No Brasil é uma deusa do mar, da água salgada, enquanto na Nigéria, uma deusa de um rio, e orixá dos Egbá, onde existe o rio Yemoja. Também a deusa do encontro das águas do rio e do mar.
A mais antiga é Iyá Sagba, que quer dizer, A Mãe que passeia sobre as ondas.
Segundo algumas fontes, Orixá dos rios e correntes, especialmente do Rio Ogun, na África seria folha de Obatalá e Oduduwá, casada com Oranyian, fundador mítico de Oyó, teria Sido esposa de Aganjú, e com ele teve um filho Orùngan, violou a que e dela são descendentes outros quinze orixás: Dadá, Sango, Ogun, Olokun, OLOSA, Oyá, Òsun, Obá, Oko, Oke, Saponan; OSUPA e Orum (sol) (Lua); Ososo e Aje Saluga (orixá da riqueza). Seus diversos nomes são RELATIVOS aos diferentes lugares profundos (Ibu) do rio.
Qualidades: 7 conhecidas, seus nomes diferem conforme região.
1) Yemoja Ogunté (esposa de Ogum Alagbedé)
2) Yemoja Saba (fiadeira de algodão, foi esposa de Orunmilá)
3) Yemoja Sesu / Susure (voluntariosa e Respeitável, mensageira de Olokun)
4) Yemoja Tuman / Aynu / Iewa
5) Yemoja Ataramogba / Iyáku (vive na espuma da ressaca da maré)
6) Iya Masemale / Iamasse (mãe de Xangô)
7 Awoyó) / Iemowo (a mais velha de todas, esposa de Oxalá)
Seu maior símbolo..................Âncora, barco, peixe, remo.
suas plantas...................................... colônia, aguapé, lágrima de Nossa Senhora.
seu dia.................................... sábado
sua cor....................................Claro, Cristal Azul
seus símbolos...........................leque (abebê) com sereia, concha
Seu mineral.............................. Prata
seus elementos.........................Água
Saudação..................................Odôyabá!Odo Iyá!
Domínios:..................................Mar Comidas:...................................Peixe, camarão, canjica, arroz, manjar, mamão.
Arquétipo dos filhos:
Os filhos de Iemanjá são fortes, altivos, rigorosos, algumas vezes impetuosos e arrogantes, facilmente irritáveis, mudam de humor de um instante para o outro; São Capazes de perdoar uma ofensa mas não esquece de-la. São SÉRIOS, maternais e preocupados com os outros.
Maternais, amorosas, inteligentes, disponíveis, trabalhadoras, sensitivas, bonitas, corajosas, sutis, elegantes.
Manhosas, choronas, faladeiras, nervosas, revoltadas, dissimuladas.
O tipo psicológico dos filhos de YEMANJÁ é imponente, Majestosa e belo, calmo, sensual, Fecundo e cheio de dignidade e dotado de irresistível fascínio (o canto da sereia). As filhas de YEMANJÁ são boas donas de casa, educadoras e Prodigas generosas, criando até os filhos de outros (Omulu). Não perdoam facilmente, quando ofendidas. São possessivas e muito ciumentas. YEMANJÁ, por presidir a individualidade da formação, que como sabemos está na cabeça, está presente em todos os rituais, especialmente o BORI.
Tem o sentido da hierarquia, fazem-Respeitar Sé e São justas mas formais, como prova um poema de amizades que lhes são devotadas, os Preocupam-se com outros, são maternais e SERIAS. Sem possuírem a vaidade de Oxum, gostam do luxo, das fazendas azuis e vistosas, das jóias caras. Elas Têm tendência à vida suntuosa mesmo se as Possibilidades do cotidiano não lhes permitem um tal fausto.
Referência Bibliográfica:
VERGER, Pierre; Orixás, Deuses Iorubás na África e no Mundo Novo; 5. ª ed; Currupio, Salvador, 1997.
VERGER, Pierre; Notas sobre o culto aos orixás e voduns; Edusp, São Paulo, 1999.
e vários sites
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